ADORAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL





“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” (Romanos 12.1)


Devemos adorar a Deus coletivamente, quando nos reunimos para os cultos comunitários. É muito importante para o desenvolvimento de uma vida espiritual saudável essa interação na comunidade de fé (família espiritual). A tendência daquele que se distancia do corpo é o esfriamento na fé, como brasa fora do calor do braseiro tende a retornar ao estágio de carvão.

Por outro lado, torna-se um problema para a qualidade da vida cristã limitar a consciência de adorador apenas aos momentos coletivos, quando estamos no templo ou em qualquer outro ambiente em que a igreja esteja reunida (pequeno grupo, culto no lar, ensaio de coral, visita etc.).

A vida de adoração tem de ser em tempo integral, sem intervalos, 24 horas por dia. Essa convicção deve ser companheira de todo cristão. Mesmo quando nenhum olhar humano estiver nos alcançando, ainda assim temos o compromisso de adoração a Deus.  

Isso quer dizer que tudo o que fizermos deve ser para a glória de Deus. Um simples café da manhã precisa ser degustado nesta consciência. Das pequenas às grandes ações, o nome de Jesus tem de ser glorificado em nós e através de nós, pois somos (devemos ser) adoradores em tempo integral.

O “apresenteis os vossos corpos” referido pelo apóstolo Paulo na sua exortação aos romanos, deve ser entendido por nós, numa interpretação aplicativa, como uma vida ininterrupta de adoração. Apresentar a vida a Deus em culto racional (culto espiritual) é justamente glorificá-lo em tudo o que se faz. Não é uma referência ao culto coletivo – embora o inclua –, mas ao culto que cada cristão apresenta a Deus no aconchego do seu lar, na particularidade das suas escolhas, no silêncio do coração e na alegria da comunhão.

Cultuemos ao Senhor e não sejamos conformados com este mundo. Com a mente transformada, experimentaremos a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Romanos 12.2). Para tanto, que nossa vida seja um verdadeiro culto, condição para que vivamos no centro da vontade divina.

Elildes Junio Macharete Fonseca

Pequeno Grupo – 09 a 15 de Outubro de 2011


ADORAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL

 “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” (Romanos 12.1)

PONTOS A PONDERAR 

  • Devemos adorar a Deus coletivamente, quando nos reunimos para os cultos comunitários. É muito importante para o desenvolvimento de uma vida espiritual saudável essa interação na comunidade de fé (família espiritual). A tendência daquele que se distancia do corpo é o esfriamento na fé, como brasa fora do calor do braseiro tende a retornar ao estágio de carvão. 

  • Por outro lado, torna-se um problema para a qualidade da vida cristã limitar a consciência de adorador apenas aos momentos coletivos, quando estamos no templo ou em qualquer outro ambiente em que a igreja esteja reunida (pequeno grupo, culto no lar, ensaio de coral, visita etc.). 

  • A vida de adoração tem de ser em tempo integral, sem intervalos, 24 horas por dia. Essa convicção deve ser companheira de todo cristão. Mesmo quando nenhum olhar humano estiver nos alcançando, ainda assim temos o compromisso de adoração a Deus. 

  • Isso quer dizer que tudo o que fizermos deve ser para a glória de Deus. Um simples café da manhã precisa ser degustado nesta consciência. Das pequenas às grandes ações, o nome de Jesus tem de ser glorificado em nós e através de nós, pois somos (devemos ser) adoradores em tempo integral.

PARA REFLETIR

  • O “apresenteis os vossos corpos” referido pelo apóstolo Paulo na sua exortação aos romanos, deve ser entendido por nós, numa interpretação aplicativa, como uma vida ininterrupta de adoração. Apresentar a vida a Deus em culto racional (culto espiritual) é justamente glorificá-lo em tudo o que se faz. Não é uma referência ao culto coletivo – embora o inclua –, mas ao culto que cada cristão apresenta a Deus no aconchego do seu lar, na particularidade das suas escolhas, no silêncio do coração e na alegria da comunhão. 

  • Cultuemos ao Senhor e não sejamos conformados com este mundo. Com a mente transformada, experimentaremos a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Romanos 12.2). Para tanto, que nossa vida seja um verdadeiro culto, condição para que vivamos no centro da vontade divina.
Ênfase Anual: Uma Igreja Relevante – Ênfase do Mês:Uma igreja relevante na adoração

Pequeno Grupo – 2 a 8 de Outubro de 2011

ADORAÇÃO VERDADEIRA 
 
 “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.” (João 4.23)



PONTOS A PONDERAR 



* Adoração é um estilo de vida, por isso, espera-se que o cristão adore ao Senhor 24 horas por dia. Essa questão é bem definida entre nós e não será contemplada nesta oportunidade. Neste estudo, nossa reflexão se volta à adoração coletiva, à experiência vivida em comunidade de fé, como família espiritual, que se reúne, no ajuntamento solene, para celebrar ao Senhor. 


* Ao pensarmos na adoração a Deus, se não ficarmos atentos, tendemos a nos preocupar com o estereótipo. Alguns, mal informados na fé (embora bem intencionados, talvez), pensam que se pode medir a intensidade da adoração de alguém pelo seu gestual. Nada mais enganador! 


* A prática da celebração coletiva, no templo e fora dele, quando estamos reunidos como comunidade de fé, via de regra, segue um estilo próprio, que reflete a identidade do grupo (família espiritual). Somos, enquanto igreja, o que cremos, e isso se torna visível, inevitavelmente, no culto comunitário. 



PARA REFLETIR 



* Fujamos de tudo o que afeta a nossa identidade. Busquemos o que contribui para melhorá-la, sem comprometê-la. Sempre podemos fazer melhor para Deus!


* Eliminemos de nossa mente e coração qualquer atitude de julgamento do próximo. O estereótipo pode enganar. Ninguém é “mais crente” ou “mais santo” do que o outro por gestuais. Alguém pode expressar a sua adoração de forma mais extravagante (mas, sempre, com ordem e decência, conforme orienta a Palavra de Deus) e ser apenas fachada. O mesmo pode acontecer com alguém totalmente introvertido. Em suma, é um erro julgar/classificar a adoração do outro. Só Deus tem essa prerrogativa, porque só Ele pode nos encontrar como adoradores verdadeiros. 
 * Adoremos ao Senhor com o nosso melhor. Aproveitemos a honra de fazer parte de uma comunidade de fé e de identificar-nos com ela (no caso, a Primeira Igreja Batista em Cabo Frio). Uma das grandes bênçãos de Deus para nós é a disciplina de pertencer a uma igreja local. Pensemos nisso. 

Ênfase Anual: Uma Igreja Relevante – Ênfase do Mês: Uma igreja relevante na adoração

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