Pequeno Grupo – 16 a 22 de Outubro de 2011

UMA VIDA DE ADORAÇÃO


“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra.” 
(Atos 1.8)



  • PONTOS A PONDERAR



* O objetivo do estudo anterior foi nos conscientizar de que tudo o que fizermos deve ser para a glória de Deus. Das pequenas às grandes ações, o nome de Jesus tem de ser glorificado em nós e através de nós.
* Prosseguiremos esta ideia, mas com ênfase numa vida de adoração que leva o verdadeiro adorador a compartilhar o que Jesus tem feito nele, na certeza de que fará também com todo aquele que tiver uma experiência real com Cristo.
* A vocação primeira da igreja é adorar a Deus. Isso tem de ser prioridade para todo cristão. Deus procura adoradores (João 4.23).
* Adorar a Deus é reconhecer quem Ele é, é celebrar a sua essência, a sua pessoa santa e perfeita.
* Ao adorador, o Senhor deu-lhe do seu Espírito no ato da conversão, revestindo-o de poder para testemunhar. Por isso que a evangelização é uma expressão de adoração.
* Uma vida cheia do Espírito Santo é impulsionada ao testemunho, à obra da evangelização, pois não guardará apenas para si algo tão maravilhoso.



  • PARA REFLETIR



* Será que o Senhor, ao olhar para nós, tem encontrado verdadeiros adoradores?
* Como está a nossa vida de oração e de leitura da Palavra de Deus?
* Tudo o que fazemos é motivado pela consciência de que deve ser feito para a glória de Deus?
* Nossa vida tem refletido a Cristo?
* O nosso testemunho é condizente com os ensinos de Cristo?
* Temos nos dedicado à prática da evangelização, como expressão de adoração?

ADORAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL





“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” (Romanos 12.1)


Devemos adorar a Deus coletivamente, quando nos reunimos para os cultos comunitários. É muito importante para o desenvolvimento de uma vida espiritual saudável essa interação na comunidade de fé (família espiritual). A tendência daquele que se distancia do corpo é o esfriamento na fé, como brasa fora do calor do braseiro tende a retornar ao estágio de carvão.

Por outro lado, torna-se um problema para a qualidade da vida cristã limitar a consciência de adorador apenas aos momentos coletivos, quando estamos no templo ou em qualquer outro ambiente em que a igreja esteja reunida (pequeno grupo, culto no lar, ensaio de coral, visita etc.).

A vida de adoração tem de ser em tempo integral, sem intervalos, 24 horas por dia. Essa convicção deve ser companheira de todo cristão. Mesmo quando nenhum olhar humano estiver nos alcançando, ainda assim temos o compromisso de adoração a Deus.  

Isso quer dizer que tudo o que fizermos deve ser para a glória de Deus. Um simples café da manhã precisa ser degustado nesta consciência. Das pequenas às grandes ações, o nome de Jesus tem de ser glorificado em nós e através de nós, pois somos (devemos ser) adoradores em tempo integral.

O “apresenteis os vossos corpos” referido pelo apóstolo Paulo na sua exortação aos romanos, deve ser entendido por nós, numa interpretação aplicativa, como uma vida ininterrupta de adoração. Apresentar a vida a Deus em culto racional (culto espiritual) é justamente glorificá-lo em tudo o que se faz. Não é uma referência ao culto coletivo – embora o inclua –, mas ao culto que cada cristão apresenta a Deus no aconchego do seu lar, na particularidade das suas escolhas, no silêncio do coração e na alegria da comunhão.

Cultuemos ao Senhor e não sejamos conformados com este mundo. Com a mente transformada, experimentaremos a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Romanos 12.2). Para tanto, que nossa vida seja um verdadeiro culto, condição para que vivamos no centro da vontade divina.

Elildes Junio Macharete Fonseca

Pequeno Grupo – 09 a 15 de Outubro de 2011


ADORAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL

 “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” (Romanos 12.1)

PONTOS A PONDERAR 

  • Devemos adorar a Deus coletivamente, quando nos reunimos para os cultos comunitários. É muito importante para o desenvolvimento de uma vida espiritual saudável essa interação na comunidade de fé (família espiritual). A tendência daquele que se distancia do corpo é o esfriamento na fé, como brasa fora do calor do braseiro tende a retornar ao estágio de carvão. 

  • Por outro lado, torna-se um problema para a qualidade da vida cristã limitar a consciência de adorador apenas aos momentos coletivos, quando estamos no templo ou em qualquer outro ambiente em que a igreja esteja reunida (pequeno grupo, culto no lar, ensaio de coral, visita etc.). 

  • A vida de adoração tem de ser em tempo integral, sem intervalos, 24 horas por dia. Essa convicção deve ser companheira de todo cristão. Mesmo quando nenhum olhar humano estiver nos alcançando, ainda assim temos o compromisso de adoração a Deus. 

  • Isso quer dizer que tudo o que fizermos deve ser para a glória de Deus. Um simples café da manhã precisa ser degustado nesta consciência. Das pequenas às grandes ações, o nome de Jesus tem de ser glorificado em nós e através de nós, pois somos (devemos ser) adoradores em tempo integral.

PARA REFLETIR

  • O “apresenteis os vossos corpos” referido pelo apóstolo Paulo na sua exortação aos romanos, deve ser entendido por nós, numa interpretação aplicativa, como uma vida ininterrupta de adoração. Apresentar a vida a Deus em culto racional (culto espiritual) é justamente glorificá-lo em tudo o que se faz. Não é uma referência ao culto coletivo – embora o inclua –, mas ao culto que cada cristão apresenta a Deus no aconchego do seu lar, na particularidade das suas escolhas, no silêncio do coração e na alegria da comunhão. 

  • Cultuemos ao Senhor e não sejamos conformados com este mundo. Com a mente transformada, experimentaremos a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Romanos 12.2). Para tanto, que nossa vida seja um verdadeiro culto, condição para que vivamos no centro da vontade divina.
Ênfase Anual: Uma Igreja Relevante – Ênfase do Mês:Uma igreja relevante na adoração

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